Para
Congela
Cancela
Stop!
Que não me caiam dos bolsos
Dos butiás
Sei bem o que fazes moço
Pouca coisa ainda me assusta
Mas tente pelo menos me surpreender
Gosto de pessoas esforçadas
Esfrega tua mão na minha
Diz-me de novo que esta tudo certo
Que o mundo para quando eu quiser
Tudo vai ficar bem
Você crê em mim
Eu tento vencer
Pula
Corre
Agita
Grita!
Faça da vida uma festa
Que foda-se a sesta
Eu quero mais é ser feliz
Feliz a ponto de não caber em mim
E ter de deixar um pedaço meu
Dentro de ti
Ou vice versa
Toca o barco
Segue a festa
Deixa o dia amanhecer em paz
Eu dormir nos teus braços
A vida, seu rumo tomar
Viaja
Constrói
Realiza
Acredita!
.
.
.
.................................. Ana Beise
Domingo, 28 de Junho de 2009
Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
Desejo verbal, vontade latente
Seja urgente
Capaz
E presente
Seja tempo
Imagem
E anseio
Seja infinito
Instante
E futuro
Seja bonito
Constante
E seguro
Seja meu
Por inteiro
Na eternidade de um segundo.
.
.
.
...................................... Ana Beise
Capaz
E presente
Seja tempo
Imagem
E anseio
Seja infinito
Instante
E futuro
Seja bonito
Constante
E seguro
Seja meu
Por inteiro
Na eternidade de um segundo.
.
.
.
...................................... Ana Beise
Sexta-feira, 12 de Junho de 2009
O ponto
Faz de conta
Que você é mau
E sendo mau
Você é meu
Faz de conta
Que você
Bicho do mato
Mata por mim
Faz de conta
Que o pôr-do-sol
Não se põem
E você se põe em mim
Faz de conta
Que cada ponto conta
E contando ponto por ponto
Meu ponto G você encontra.
.
.
.
................................... Ana Beise
Que você é mau
E sendo mau
Você é meu
Faz de conta
Que você
Bicho do mato
Mata por mim
Faz de conta
Que o pôr-do-sol
Não se põem
E você se põe em mim
Faz de conta
Que cada ponto conta
E contando ponto por ponto
Meu ponto G você encontra.
.
.
.
................................... Ana Beise
Terça-feira, 9 de Junho de 2009
Qual o gosto da chuva?
Sabe quando as coisas
Ficam tão ruins
Que parece impossível piorar?
Então: não se iluda
Sempre pode ficar pior
Às vezes a chuva não para, e ainda é ácida
Às vezes a voz não sai, e o coração não cala
Às vezes o sol não nasce, nem que seja primavera
Às vezes as lágrimas não param de rolar
Mesmo que não se queira molhar os lábios
O calor do sol seca as flores amarelas do jardim
O vento toca sutilmente as folhas da palmeira
O asfalto ferve, é abril, a cor é febre
Sua-me a pele, o ondular triste da relva
Faz-me querer chorar
Há uma batalha sendo preparada
E escalaram-me para infantaria
Sem escudo, lança ou cavalo
Colocaram-me em campo
Meu calvário é a peregrinação
Não possuo mapa, bússola ou direção
O que me guia é o coração
Com essa vontade bandida
De mais uma vez
Não ser apenas mais um na multidão
A luz se apaga
É sexta treze, dia de assombração
Um rosto sorri enigmático
Uma sirene grita, com esperança
É hora do espetáculo:
- Senhoras e senhores, boa noite!
Bem vindos à realidade
Onde os sonhos se desfazem como fumaça
E o amor
Custa apenas uns trocados
A atração de hoje é a verdade
Acompanhada de suas várias facetas
Vejam suas bailarinas em belas saias verdes
Seus movimentos lembram a esperança
E terminam em suaves traços de enjôo
Os trapezistas, não se preocupem
Não têm medo de cair
Até mesmo porque estão presos a cabos de segurança
São como anjos que não sabem voar
A quem deram o dom da experiência, mas não o da sabedoria
Então sorriam e divirtam-se
O circo voltou repleto de novidades
O roteiro é inédito
Sentem-se e apreciem
O show de horrores já vai começar.
.
.
.
............................................ Ana Beise
Ficam tão ruins
Que parece impossível piorar?
Então: não se iluda
Sempre pode ficar pior
Às vezes a chuva não para, e ainda é ácida
Às vezes a voz não sai, e o coração não cala
Às vezes o sol não nasce, nem que seja primavera
Às vezes as lágrimas não param de rolar
Mesmo que não se queira molhar os lábios
O calor do sol seca as flores amarelas do jardim
O vento toca sutilmente as folhas da palmeira
O asfalto ferve, é abril, a cor é febre
Sua-me a pele, o ondular triste da relva
Faz-me querer chorar
Há uma batalha sendo preparada
E escalaram-me para infantaria
Sem escudo, lança ou cavalo
Colocaram-me em campo
Meu calvário é a peregrinação
Não possuo mapa, bússola ou direção
O que me guia é o coração
Com essa vontade bandida
De mais uma vez
Não ser apenas mais um na multidão
A luz se apaga
É sexta treze, dia de assombração
Um rosto sorri enigmático
Uma sirene grita, com esperança
É hora do espetáculo:
- Senhoras e senhores, boa noite!
Bem vindos à realidade
Onde os sonhos se desfazem como fumaça
E o amor
Custa apenas uns trocados
A atração de hoje é a verdade
Acompanhada de suas várias facetas
Vejam suas bailarinas em belas saias verdes
Seus movimentos lembram a esperança
E terminam em suaves traços de enjôo
Os trapezistas, não se preocupem
Não têm medo de cair
Até mesmo porque estão presos a cabos de segurança
São como anjos que não sabem voar
A quem deram o dom da experiência, mas não o da sabedoria
Então sorriam e divirtam-se
O circo voltou repleto de novidades
O roteiro é inédito
Sentem-se e apreciem
O show de horrores já vai começar.
.
.
.
............................................ Ana Beise
Segunda-feira, 8 de Junho de 2009
Urgência
Eu desejo Buenos Aires
Com todo meu fervor poético
Preciso de suas ruas
Como preciso de sexo
Preciso para lá voltar
Fixar residência e ficar.
.
.
.
............................ Ana Beise
Com todo meu fervor poético
Preciso de suas ruas
Como preciso de sexo
Preciso para lá voltar
Fixar residência e ficar.
.
.
.
............................ Ana Beise
Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
A verdade
Pelo que sei
Não sei de nada
Meu conhecimento é raso
Estreito
Não tenho especialidades
Só defeitos
O que tenho
Tenho consciência que não mereço
Meus ideais são fracos
Os sonhos impossíveis
E medos, vários
Estagnei
Não nasci pra ser estrela
Não possuo frescor próprio
A construção do meu pensar
Desfaz-se com qualquer brisa
Minha sina é perder o brilho
Enquanto espero a morte chegar.
.
.
.
..................................... Ana Beise
Não sei de nada
Meu conhecimento é raso
Estreito
Não tenho especialidades
Só defeitos
O que tenho
Tenho consciência que não mereço
Meus ideais são fracos
Os sonhos impossíveis
E medos, vários
Estagnei
Não nasci pra ser estrela
Não possuo frescor próprio
A construção do meu pensar
Desfaz-se com qualquer brisa
Minha sina é perder o brilho
Enquanto espero a morte chegar.
.
.
.
..................................... Ana Beise
Terça-feira, 2 de Junho de 2009
Qual é o sinônimo para felicidade?
Porque me falta o passo
Quando atrás de ti salto?
Porque me falta o fôlego
Quando com você encontro?
Ah, essa vontade boba que não passa
Uma alegria contida no peito, como se fosse pecado
Desejo não ser eu, só por um minuto.
.
.
.
............................................. Ana Beise
Quando atrás de ti salto?
Porque me falta o fôlego
Quando com você encontro?
Ah, essa vontade boba que não passa
Uma alegria contida no peito, como se fosse pecado
Desejo não ser eu, só por um minuto.
.
.
.
............................................. Ana Beise
Domingo, 31 de Maio de 2009
Sorria Baby!
Sorria baby
Você esta sendo vigiado!
Calcule seus movimentos
Pense dez vezes antes de falar
Caia na rotina
Não reflita
A imaginação é inimiga da perfeição.
.
.
.
........................................ Ana Beise
Você esta sendo vigiado!
Calcule seus movimentos
Pense dez vezes antes de falar
Caia na rotina
Não reflita
A imaginação é inimiga da perfeição.
.
.
.
........................................ Ana Beise
Terça-feira, 26 de Maio de 2009
Volúpia
Vontade mórbida eu sinto
De ter tua mão em minha bunda
E tua voz em meu ouvido dizendo:
- Luxúria!
Vontade minha
Esse grito mudo
Auscultando o desejo da pele roçando:
- Minha lascívia é tua.
.
.
.
.................................... Ana Beise
De ter tua mão em minha bunda
E tua voz em meu ouvido dizendo:
- Luxúria!
Vontade minha
Esse grito mudo
Auscultando o desejo da pele roçando:
- Minha lascívia é tua.
.
.
.
.................................... Ana Beise
Assinar:
Postagens (Atom)

